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Reflexão da Liturgia - Domingo

Tempo de Criação

Exclusivo: Entrevista de Dom Eduardo ao Padre Rodolfo Morbiolo na manhã da Missa de Ação de Graças pelo seu ministério episcopal em Sorocaba

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Padre Rodolfo Morbiolo: Dom Eduardo, 1. Quais eram suas expectativas quando chegou em Sorocaba em 2005? Mais que expectativa, um desejo, consciência da missão: tornar-me amigos dos padres e diáconos, e com eles dedicar-me ao Povo fiel. Padre Rodolfo Morbiolo: 2. O que significou em sua experiência episcopal ser bispo de Sorocaba? A experiência de ter sido o quarto bispo e o segundo Arcebispo de Sorocaba. E um grande aprendizado: respeitar o ritmo dos colaboradores; a importância de cuidar da comunhão presbiteral e eclesial, sempre ameaçada pela cizânia do inimigo; a necessidade de ser presença, sobretudo nas reuniões dos presbíteros para incentivá-los e com eles conviver; cuidar das vocações sacerdotais e religiosas; a missão de apoiar os leigos para que se façam presentes organizadamente nas estruturas da sociedade. Apesar de minhas limitações levo comigo a gratidão pela acolhida e compreensão dos presbíteros, diáconos e leigos, religiosos (as) e seminaristas. Com ...

"Eu sou um pecador" - define-se o Papa Francisco

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Íntegra da entrevista de Francisco à ‘Civiltà Cattolica’. Por  Padre Antonio Spadaro, SJ | Brotéria  - É segunda-feira, 19 de agosto. O Papa Francisco marcou encontro para as 10.00 na Casa de Santa Marta. Eu, no entanto, herdei do meu pai a necessidade de chegar sempre mais cedo. As pessoas que me acolhem instalam-me numa pequena sala. A espera dura pouco, e, depois de uns breves minutos, acompanham-me ao elevador. Nesses dois minutos tive tempo de recordar como em Lisboa, numa reunião de directores de algumas revistas da Companhia de Jesus, surgiu a proposta de publicar conjuntamente uma entrevista ao Papa. Tinha conversado com os outros directores, ensaiando algumas perguntas que exprimissem os interesses de todos. Saio do elevador e vejo o Papa já à porta, à minha espera. Na verdade, tive a agradável impressão de não ter atravessado portas. O Papa e Padre Antonio Spadaro Entro no seu quarto e o Papa convida-me a sentar numa poltrona. Ele senta-se numa cadeira...

ENTREVISTA DO PAPA FRANCISCO NO RETORNO À ROMA

Entrevista com o papa Francisco: “Quem sou eu para julgar os gays” Sem tabus, pontífice respondeu por mais de uma hora  perguntas de jornalistas durante o voo entre Rio e Roma ROMA – A Igreja não pode julgar os gays por sua opção sexual e nem marginalizá-los. O alerta é do papa Francisco que, quebrando um verdadeiro tabu, deixa claro que estende sua mão a esse segmento da sociedade. “Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu pra julgá-lo”, declarou. “O catecismo da Igreja explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser marginalizados por causa disso, mas devem ser integrados na sociedade”, insistiu. As declarações foram dadas em uma entrevista concedida pelo papa aos jornalistas que o acompanharam no avião, entre eles a reportagem do Estado. Na conversa, a garantia do argentino de que o Vaticano tem como papa uma “pessoas normal”, um “pecador” e que vive junto com os demais religiosos porque morar no Palácio Apostólico o geraria problemas psicoló...