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Mostrando postagens de março 8, 2009

Reflexão da Liturgia - Domingo

Tempo de Criação

SÃO JOSÉ: MEU PAI E SENHOR!

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SÃO JOSÉ PADROEIRO UNIVERSAL DA IGREJA 19 DE MARÇO . Dados interessantes: 1. História de José Carpinteiro , apócrifo do século IV, com várias traduções no Oriente. 2. Sinaxário Medíceo , da Igreja Copta de Alexandria, de 1425, comemora sua festa a 20 de julho. 3. Menológio , de Basílio II, no Oriente, pelo século X, fixa sua comemoração no dia de Natal. 4. Rh 30,3 - manuscrito da Biblioteca de Zurig, fixa a festa no Ocidente para 20 de março. ... nos martirológios e calendários do século X (Fulda, Verona, Ratisbona, Stovelot, Werdem-Ruhr, Reichenau, etc), sua festa indica-se sempre para 19 de março: o pai nutrício do Redentor. ... a festa a 19 de março entrou no Breviário e Missal Romano em 1479, por obra do franciscano Sisto IV, mas limitada à cidade de Roma. ... em 8 de maio de 1621, Gregório XV tornou obrigatória sua festa em todo o mundo. ... decreto renovado por Urbano VIII, em 1642. ... Pio IX, em 8 de dezembro de 1889, a pedido dos padres conciliares do Vaticano I, declarou Sã...

"uaresma: engatinhando no caminho da salvação

REFLEXÃO PARA A QUARESMA . "ENGATINHANDO NO CAMINHO DA SALVAÇÃO" . . A quaresma nos propõe práticas penitenciais medicinais: oração, esmola e jejum, para trabalhar nossa humanidade, nosso corpo e alma, capacitando-nos ao caminho da salvação proposto por Jesus. Este caminho de salvação - tema muito querido da teologia lucana (Evangelho e Atos dos Apóstolos) - convida-nos à conversão e ao seguimento de Jesus Cristo partindo da renúncia de si mesmo. . Quando ouvimos o Senhor falar no Sermão da Montanha sobre perdão, reconciliação e solidariedade fraterna, percebemos que as práticas quaresmais são apenas a "ponta do iceberg" de uma larga experiência de Deus que somente poderá ser concretizada na Páscoa de Cristo e na nossa páscoa. . O verdadeiro caminho de salvação, o próprio Corpo de Cristo, é feito deste esforço individual de caminhar ao encontro da sua vontade, exercitando nossa alma para guiar-se ao seu encontro (oração) e nosso corpo à submeter-se não apenas às lei...
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. François-Xavier Nguyên, CARDEAL Van Thuân SERVO DE DEUS . Em 1975 foi nomeado por Paulo VI arcebispo coadjutor de Saigon. Sua nomeação foi recusada pelo governo comunista, que no dia 15 de agosto de 1975 - dia de Nossa Senhora da Assunção - o convoca ao palácio do governo e após o coloca em prisão domiciliar. Posteriormente foi preso por treze anos. Em 1976 esteve no cárcere da prisão de Phu Khanh, após foi conduzido ao campo de reeducação de Vinh Phu no Vietnam do Norte, após em prisão domiciliar em Giang Xa e finalmente em Hanoi. Foi libertado em 21 de novembro de 1988 e conduzido à residência do arcebispo de Hanoi. Sobre a sua prisão pelo regime comunista disse: Disseram-me que minha nomeação era fruto de um complô entre o Vaticano e os imperialistas para organizar a luta contra o regime comunista, contava Van Thuan. Rumo à prisão, tomou uma decisão: Vinham-me à mente muitos pensamentos confusos: tristeza, abandono, cansaço depois de três meses de tensões... Porém, em minha ment...
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. ORAÇÃO PARA A BEATIFICAÇÃO DO SERVO DE DEUS . JOÃO PAULO II . Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II, e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da Cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de Amor. Confiado totalmente na vossa misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco. Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão a graça ..., na esperança de que seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém! . - com aprovação eclesiástica - http://www.vicariatusurbis.org/Beatificazione .

SACRAMENTOLOGIA FUNDAMENTAL

PALESTRA EM 15/09/2008 - OS SACRAMENTOS: LUGAR TEOLÓGICO PARA SANTIFICAÇÃO DO POVO FIEL - Introdução Mútiplas podem ser as abordagens lícitas da temática sacramental. Dentre elas a mais comum em nossos dias, especialmente por que ressalta sua dimensão celebrativa, é a litúrgica ou cultual, ressaltando seus símbolos e valorizando a criatividade de comunicar a fé por meio deles. O próprio Catecismo da Igreja Latina enfatiza a relação intrínseca (doutrinal) e extrínseca (celebrativa), entre os sacramentos e a liturgia, quando afirma: “Os ritos visíveis, com os quais são celebrados os sacramentos, significam e realizam as graças próprias de cada sacramento” [Cat 1131]. Por detrás desta abordagem oculta-se o chamado paradigma mistagógico; ou pelo menos, uma tentativa de retomada deste modelo eclesial, que norteou os inícios do cristianismo, e ainda está muito vivo nas celebrações das comunidades cristãs-católicas orientais. Contudo, esbarramos em um obstáculo atual evidente: a ignorância da...

"O QUE VIMOS E OUVIMOS NÓS ANUNCIAMOS!" - parte 2/2

2. Para quem nós anunciamos? A Igreja tem falado há muitos séculos; e falou à muitos povos. E hoje ainda fala: na verdade, nós é que falamos. Por isso é que estamos fazendo teologia, porque precisamos falar de Deus com coerência e inteligência. Hoje a Igreja não fala ao mundo do século passado, nem ao mundo do último milênio. Mundo belos, de grandezas magestosas, mas que se encontram bem distantes de nossa realidade hodierna, e já colapsaram. Mas, então, qual é esta realidade hodierna? Quais nossos maiores desafios? A Igreja do Brasil, na Conferência de Aparecida tentou apontar alguns de nossos maiores desafios para a evangelização. Entre eles, citamos: 1. A justiça social, violada pelo capitalismo selvagem e pela má distribuição de renda, que gera e alimenta a pobreza e a miséria; 2. A dignidade humana, ferida pelas propostas abortivas, e por outros instrumentos de manipulação e violação da vida; 3. A promoção integral do ser humano: enfermos, idosos, dependentes de drogas, detidões e...

"O QUE VIMOS E OUVIMOS NÓS ANUNCIAMOS!" - parte 1/2

AULA INAUGURAL DO INSTITUTO DE TEOLOGIA JOÃO PAULO II - Texto (1Jo 1,1-4 ) 1. O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos, e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida 2. – porque a vida manifestou-se: nós a vimos e dela vos damos testemunho e vos anunciamos a Vida Eterna, que estava voltada para o Pai e que nos apareceu – 3. o que vimos e ouvimos nós vo-lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco. E a nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. 4. E isto vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa. - Primeiras Palavras A primeira Carta de São João inicia seu ensinamento comunicando o encontro do ser humano com Deus, que assim desejou se revelar: “o que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com nossos olhos, o que contemplamos, e o que nossas mãos apalparam do Verbo da vida [...] o que vimos e ouvimos nós vo-lo anunciamos para que estejais também em comunhão conosco” (cf. 1Jo 1,1.3a)....