terça-feira, 11 de outubro de 2016

Pequena Catequese sobre
Nossa Senhora

Toda Santa, Maria é proclamada pelo Cristianismo desde suas origens mais remotas como a Virgem Mãe do Salvador. Um mistério escutado na fé: não tocada por José, por nenhum outro homem, Maria se conserva toda de Deus.

Imaculada, Maria foi preparada por Deus Pai para gerar Jesus, seu Filho, Nosso Senhor. Puríssima devia ser a Mãe do nosso Rei. Sem pecado, para gerar aquele que tira o pecado do mundo.

Tudo que a Igreja Católica crê a respeito de Maria, crê por causa de Jesus. O centro do Evangelho é a Palavra do Pai encarnada no ventre de Maria. Ventre consagrado para nossa Salvação.

O maior título de Maria sempre foi o de Mãe de Deus. O Filho de Deus fez-se homem no seu ventre e veio ao mundo no regaço acolhedor da humilde família de Nazaré.

Maria é Rainha em sentido relativo. O é para nós, Igreja, os crentes de todos os tempos do cristianismo, que amargamos a ausência de Jesus neste vale de lágrimas, que logo terá um fim, nos braços do Criador.

Como poderia terminar a vida de Maria? Exatamente como termina a vida do ser humano batizado: mergulhado no mistério de Cristo. Maria está no Céu, como sinal da Igreja que caminha para o encontro com Jesus.

O povo chama Maria de Nossa Senhora. E assim, tem a Mãezinha do Céu mais próxima da terra, do Coração. E se a voz do povo é a voz de Deus, porque Ele, o Todo Poderoso, haveria de se incomodar com isso?

Há 300 anos, Maria quis aparecer em águas brasileiras, nas mãos de pobres pescadores. Homens que falam da simplicidade deste povo que tenho a alegria de pertencer. Filho do Brasil, filho de Maria, Senhora Aparecida.

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