quinta-feira, 14 de julho de 2011

UM PAPA QUE NÃO MORRE, E NUNCA MORRERÁ!!!

SVIDERCOSCHI, Gian Franco.
... JOÃO PAULO II: Um papa que não morre. SP: Paulinas, 2011.

Nada mais que um presente de aniversário. Na verdade, um milagre, como o descreveu a presenteadora. De fato, cada página deste livro fala "com o coração" sobre o Papa Wojtyla.
Não apenas um relato histórico. Nem meramente um balanço de seu impacto eclesial e social... Diante de um mundo descrente de sentido, este livro comunica a vida um Santo que fez a experiência do martírio do amor.
Canta uma bela canção: "até os maus vieram a ti". Pedimos, "peregrino do amor", que continues a velar-nos do céu.

Oração - Bem-Aventurado João Paulo II
Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II, e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da Cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de Amor. Confiado totalmente na vossa misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco. Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão a graça ..., na esperança de que seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém!

Algumas pérolas do livro - "verdade, a mais pura verdade, mesmo para os descrentes":
"Karol Wojtyla, por tudo isso, poderia ser definido o Papa da Encarnação. Ele conseguiu fazer as pessoas encontrarem-se com Deus e, portanto, conseguiu permitir a elas fazerem uma experiência profunda, vital, daquele que lhes deu o dom precioso da liberdade. Porque Deus, no seu amor infinito, respeita a liberdade do ser humano; aliás, abre espaço para essa liberdade, querendo que o ser humano - no seu tempo, com as suas dificuldades e também com suas traições - colabore com ele na realização do grande projeto: contemplar a obra da criação. (p. 50)"
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"Pelo mesmo motivo, preparando uma viagem à América Central, enquanto alguns expoentes do CELAM lhe sugeriam que não se dirigisse em visita ao túmulo de Dom Oscar Romero, pois o consideravam uma figura por demais comprometida politicamente, Wojtyla de imediato recusou aquela proposta. Disse: 'Não! O Papa tem que ir; trata-se de um bispo que foi atingido precisamente no coração do seu ministério pastoral, durante a Santa Missa'. E dizendo aquelas palavras, como que para se fazer entender melhor, deu um soco na mesa. (p. 58)"
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E para terminar, um questionamento, duro, mas real:
"Mas como tudo isso será traduzido na realidade da Igreja Católica?
E os jovens, sobretudo os jovens, serão ajudados a recolher esta herança, a fazê-la frutificar, permeando com ela a sua vida?
E, então, com a sua vida, conseguirão tornar Deus 'plausível' no mundo de hoje? (p. 114)".
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E respondo, por mim, pois não posso falar dos outros:
"Sim, eu sou uma resposta. Se sua vida e seu sofrimento, sua luta e perseverança, valeram uma vida, valeram também a minha vida e sacerdócio - foi expressão clara e inquívoca de que Deus, e seu Filho Jesus Cristo, estavam olhando para nós, e se fizeram notar pela ação do Espírito Santo."
Em meio a tanto lixo editorial publicado, até por editoras católicas, Deus seja louvado pelo livro que apresento acima. Que a Virgem Maria acompanhe o caminho daqueles que o lerem! Amém.

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